Como uma equipe de cinco técnicos passou a decidir quando intervir olhando para o estado real do ativo, e não para o calendário.
O cliente já tinha um plano de manutenção preventiva e corretiva. Em um dos ativos, a preventiva significava desmontá-lo por completo todo ano, o que gerava um custo altíssimo.
A meta era passar a decidir pela condição real do equipamento. A equipe, de cinco técnicos, tinha experiência em manutenção, mas não era especializada em manutenção preditiva.
O objetivo foi que a própria equipe estruturasse e executasse a preditiva, sem depender de terceiros no dia a dia. O trabalho teve duas frentes:
A desmontagem completa, antes feita todo ano, passou a ser prevista para cada cinco anos. O que sustenta esse intervalo é o monitoramento do ativo durante todo o período:
O cliente relata que a estratégia está dando certo e que houve redução de custos. O valor ainda não foi quantificado.
A preditiva só gera resultado quando vira regra de decisão: o que monitorar, o que significa uma condição atípica e o que fazer quando ela aparece. Isso exige uma equipe que analise e decida com segurança.
Por isso o trabalho foi centrado na autonomia do time. A ADC acompanhou, treinou e segue dando suporte pontual, mas é a equipe do cliente que conduz a rotina e toma a decisão.
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